Recepção do hotel Graffiti Quarto do hotel Rosário Hall do Mercure, do site Venere
Pelo
menos doze pontos de estadia estão situados no centro histórico
interfluvial. São casas desde hospedarias simples até unidades de
grandes redes internacionais apresentados pela ordem alfabética das áreas de Jundiahy onde estão
localizados. Os nomes em azul formam links para seus portais. Lembre-se de que uma das melhores
maneiras de conhecer essa área histórica é caminhando, portanto use
calçados e roupas confortáveis. E aproveite as surpresas de um dos
centros mais antigos do Brasil. Se estiver chegando por São Paulo, aproveite e venha com o Trem Turístico.
Embora surgida no século XVII, o centro interfluvial está fora de programas do Instituto do Patrimônio Histórico Nacional
(que das cidades paulistas tem apenas Santana do Parnaíba, com a qual a
a conexão com Jundiahy nessa época gerou Pirapora do Bom Jesus no meio
do caminho). Mas os estabelecimentos de hotelaria dessa região podem aderir aos critérios da certificação em Turismo Sustentável.
Também vale a pena conhecer a Carta de Olinda, divulgada em 17 de julho de 2009 pelo Fórum Nacional das Cidades Históricas e Turísticas com a análise de 40 casos no país. O documento aponta pontos como a melhoria de infraestrutura nessas áreas e o desenvolvimento de ações que promovam a sustentabilidade e a preservação dos patrimônios ambiental, material e imaterial dessas localidades. Entre estas, coisas como o inventário turístico, a capacitação de empresas e profissionais e a criação de conselhos municipais de preservação e desenvolvimento turístico.
Ainda no início de reconhecimento de
toda a magia do centro histórico interfluvial, os visitantes também
encontrarão informações da região nas páginas do recente Conselho Municipal de Turismo.