Redescubra Jundiahy, o centro histórico entre rios



400 anos de povoação na Bandeira Municipal

360 anos de vila colonial oficial de Portugal

150 anos de cidade oficial do Império do Brasil


A oportunidade do futuro


Uma cidade sustentável é um ponto de equilíbrio entre a proteção ambiental, a justiça social e o desenvolvimento econômico. Nesse sentido, um centro histórico com 400 anos de existência é um desafio para o século XXI diante de qualquer rastro de destruição causado pelas mudanças urbanas decididas por indivíduos comuns, elites endinheiradas, grupos econômicos ou escolhas desinformadas.


Ainda não é o caso de Jundiahy, como era escrito originalmente, que entre 1615 e 2015 desenvolveu seu centro histórico no alto das colinas iniciadas nas margens do rio Jundiaí, do córrego do Mato e do rio Guapeva e suas várzeas. Além de atrações culturais, a cidade e seus moradores marcaram essa região ?interfluvial? (entre rios) com uma infinidade de grandes e pequenos momentos populares, sociais, operários, políticos, culturais, esportivos, ecológicos e até boêmios.


E continua acontecendo.


Do seu extremo sul, onde estão coisas como o Teatro Polytheama e o Complexo Argos, até o extremo leste, onde estão outras como a Estação Central da Companhia Paulista ou o Viaduto São João Batista. E do extremo norte, onde estão outras coisas como o Jardim Botânico ou o Sororoca Skate Park, até os lados do extremo oeste, com detalhes como o Clube 28 de Setembro ou a memória das passeatas que salvaram a Serra do Japi.


No meio de tudo, muitos antigos largos, ladeiras e praças e iniciativas das mais diversas por parte da cultura, do comércio, da gastronomia, da moda, das artes, das festas, da música e da cidadania.


Este guia de reflexão sobre essa área vem sendo organizado desde 2009 para revisitar com um olhar de patrimônio a ideia de que todo esse centro histórico marcado pelos rios representa um bem coletivo de muitas gerações de jundiaienses. E deve ser valorizado e reapropriado pelos atuais e futuros moradores da cidade.


Um centro interfluvial que também é uma oportunidade para o futuro. Pelo lado do desenvolvimento econômico, com o incentivo aos pequenos negócios independentes que conciliam o uso criativo dos pequenos lotes do desenho original da área. Pelo lado da justiça social, fazendo com que moradores tenham seus direitos assegurados dentro de um quadro de diversidade. E na proteção ambiental com o reforço do paisagismo, das águas, dos espaços naturais e urbanos e do máximo possível de fachadas ou de volumetria das construções.


É sonhar muito? Conheça um pouco mais desse centro ampliado e participe.




Seus lugares possuem nomes antigos guardados na memória dos tempos.

Essa é Jundiahy, contemporânea de Paraty ou Santana do Parnaíba no século 17 e mais antiga que Ouro Preto.

Muitos de seus detalhes e surpresas ainda são pouco explorados. Este portal defende o uso de pequenas placas indicativas dos nomes antigos de ruas e praças, das datas originais das casas e prédios, dos nomes populares de seus largos e ladeiras, tudo dentro de uma educação socioambiental e patrimonial para moradores e visitantes.


MEMÓRIA:

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Largo da Matriz (ou Largo da Catedral) num 7 de Setembro no final dos anos 1940, avistada da já então rua Barão de Jundiahy ou antiga rua Direita, da frente do Solar, com a "moldura" do skyline da Serra do Japi ao fundo, uma jóia rara. Foto do Sr João Janczur, acervo Claudia Janczur Klovrza, enviada por Eduardo Klovrza Jr.

 Parceiro: Sebo Jundiaí






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Largo da Matriz (ou Largo da Catedral) num 7 de Setembro no final dos anos 1940, avistada da já então rua Barão de Jundiahy ou antiga rua Direita, da frente do Solar, com a "moldura" do skyline da Serra do Japi ao fundo, uma jóia rara. Foto do Sr João Janczur, acervo Claudia Janczur Klovrza, enviada por Eduardo Klovrza Jr.

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